quinta-feira, 23 de novembro de 2017
America trabalha pesado para estreia na seletiva.
Ontem, segunda-feira, o America iniciou os treinamentos da semana. Ali o plantel completava 20 dias de trabalho e ficava a apenas um mês da estreia na fase preliminar do Campeonato Estadual. A partida inicial, contra o Bonsucesso, no Estádio Giulite Coutinho, está cada vez mais próxima e, na análise da comissão técnica, o elenco está se preparando bem para o desafio.
- O ritmo de trabalho até aqui nos deixa tranquilos e confiantes. Temos dado ênfase à parte física, trabalhando com a bola, e tenho observado uma assimilação dos jogadores, com satisfação no trabalho. O grupo está cada vez mais fechado, se conhecendo, interagindo mais um com os outros, seja os novos que chegaram, os meninos da base e os remanescentes. Acredito que até o término da fase esse grupo esteja consolidado nos aspectos físicos, técnicos e táticos. Temos a preocupação de formar um grupo forte não só dentro, mas também fora de campo, pra repetir o sucesso que obtivemos no campeonato passado - explicou o técnico Lucho Nizzo.
O comandante rubro ainda destacou que o perfil do trabalho também ganhará um foco diferente daqui em diante.
- A gente inicia o trabalho visando 80% a parte física e 20% a técnica. Daqui em diante, a coisa vai se invertendo, mirando mais o aspecto técnico e tático. Diminuindo a carga, porque o próprio trabalho de campo mantém a preparação. Estamos alicerçando a equipe, testando várias formações, vendo a composição de determinado setor, vendo as peças que se encaixam melhor, zaga, volante, laterais, atacantes, procurando dar oportunidade a todos - disse o treinador, que ainda revelou a pretensão de realizar quatro jogos-treino até a estreia.
O preparador físico Felipe Venturin comunga da mesma avaliação positiva de Lucho até aqui.
- Estou bem satisfeito. Fizemos uma bateria de avaliações na chegada dos jogadores e pretendemos repetir isso na próxima semana, pra quem já chegou ao nível que a gente deseja e quem ainda não chegou. Estes receberão carga especial, de forma integrada ou complementar, no dia a dia - explicou Venturin, que tem um grupo heterogêneo em mãos: são oito jogadores de até 20 anos e outros sete com 30 ou mais.
- Essas diferenças fazem com que cada organismo responde de um jeito diferente. Tem a também a questão da posição que ocupa em campo e suas demandas. Mas a ideia geral é que, apesar das diferenças, todos estejam iguais ou bem próximos no que tange à preparação física.
Felipe ainda garantiu que o time chegará com boa capacidade física ao jogo inicial, mas que ganhará força com os jogos.
- A ideia é chegar 100%, mas a fase inicial é um campeonato muito curto, são cinco finais, qualquer perda de ponto é signficativa. A tendência é que na segunda partida estejamos melhores do que na primeira, na terceira melhores do que na segunda, e assim sucessivamente.
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